Emergência Cardiológica
Oclusão súbita de artéria coronária, causando morte de parte do músculo cardíaco. Emergência que exige atendimento imediato.
O infarto agudo do miocárdio (IAM) ocorre quando uma artéria coronária é obstruída de forma súbita, impedindo o fluxo de sangue para uma região do coração. Sem oxigênio, as células musculares cardíacas daquela área morrem em minutos. É uma emergência médica: quanto mais rápido o atendimento, menor o dano e maior a chance de sobrevida.
Reconhecer os sintomas e buscar atendimento imediato é fundamental. O tempo entre o início dos sintomas e a desobstrução da artéria determina o prognóstico.
Em caso de suspeita de infarto, não espere. Ligue para o SAMU (192) ou vá imediatamente ao pronto-socorro. Não dirija sozinho. Mascarar AAS pode ser orientado pela central de emergência.
O diagnóstico é feito por eletrocardiograma e dosagem de troponina. O tratamento de escolha é a desobstrução imediata da artéria por angioplastia com stent (quando disponível em até 120 minutos) ou medicamentos trombolíticos.
O acompanhamento cardiológico é essencial. Reabilitação cardíaca, controle de fatores de risco e adesão aos medicamentos reduzem o risco de novo evento e de complicações.
Para agendar uma avaliação ou obter mais informações, entre em contato com a clínica.
Dúvidas
Quanto antes, melhor. A janela ideal para angioplastia é até 12 horas do início dos sintomas, sendo que as primeiras horas são críticas. Após 12 horas, a indicação depende da avaliação individual.
A dor típica é no peito, mas pode irradiar. Em diabéticos e idosos, a dor pode ser leve ou ausente; falta de ar e mal-estar podem ser os únicos sinais.
Sim. Após estabilização, a atividade física é recomendada como parte da reabilitação cardiológica, sempre com liberação e acompanhamento médico.
Depende da extensão do infarto, do trabalho e da evolução. Em casos sem complicações, o retorno pode ser em 2 a 4 semanas para atividades leves. Trabalhos pesados exigem avaliação específica e período maior.
O infarto causa morte de parte do músculo cardíaco, que é substituído por cicatriz. A extensão da sequela depende do tamanho da área afetada e da rapidez do tratamento. Quanto mais rápido a desobstrução, menor o dano.