Condição Coronariana
Dor no peito por redução do fluxo sanguíneo ao coração. Angina estável: previsível ao esforço. Instável: requer avaliação urgente.
Angina é a dor ou desconforto no peito causado pela redução temporária do fluxo de sangue para o músculo cardíaco (isquemia). Geralmente ocorre quando o coração precisa de mais oxigênio do que as artérias obstruídas conseguem fornecer — por exemplo, durante esforço físico ou estresse emocional.
A angina estável tem padrão previsível: surge com esforços de intensidade similar e melhora com repouso ou nitrato. Indica doença coronariana crônica que pode ser controlada com medicamentos e, quando indicado, revascularização.
A angina instável é mais grave: dor em repouso, de início recente, em crescendo ou que mudou de padrão. Faz parte da síndrome coronariana aguda e exige avaliação urgente, pois pode evoluir para infarto.
O diagnóstico combina a história clínica com exames que avaliam isquemia e anatomia das coronárias.
O tratamento visa aliviar os sintomas e reduzir o risco de infarto. Inclui medicamentos antianginosos e procedimentos de revascularização quando indicados.
Para agendar uma avaliação ou obter mais informações, entre em contato com a clínica.
Dúvidas
Não. Dor no peito pode ter diversas causas: muscular, gastrointestinal, ansiedade, pleura, entre outras. O cardiologista avalia as características para distinguir.
Não necessariamente. A angina instável indica alto risco de evoluir para infarto, por isso exige avaliação urgente. O infarto ocorre quando há morte de células do músculo cardíaco.
Com acompanhamento e medicamentos adequados, muitos pacientes retomam atividades. O nível de esforço permitido deve ser definido pelo cardiologista após avaliação.
Sim. O nitrato (nitroglicerina) sublingual é indicado para crises de angina. Se a dor não melhorar em 5 minutos, pode repetir. Se persistir após 3 doses, procure atendimento urgente — pode ser infarto.
Sim. As mulheres podem apresentar sintomas atípicos: falta de ar, cansaço, desconforto em queixo ou costas em vez de dor típica no peito. A avaliação cardiológica deve considerar essas diferenças.